Blog da Perestroika

domingo, 15 de junho de 2008

Eu sou fã do Jack Black.

Sem querer, encontrei essa entrevista no Youtube. E como tudo - ou quase tudo - que o Jack Black faz é a fudê, resolvi postar no Blog. Meio sem preocupação de ser inteligente, meio sem objetivo mesmo. É só pela curtição.

É sobre o Kung Fu Panda, filme de animação em que ele dubla o personagem principal.

Let's enjoy.



Na real, eu tô apostando que o Kung Fu Panda vai ser o "novo Shrek". Tô com um cutuco que vai bombar. Aqui está a última versão do trailer, para quem ainda não viu.



E um videozinho promocional, para quem tá com a pauta frouxa e quer ver o Jack Black fazendo umas caretas.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Dança Grátis

Olhem que legal o que os meus amigos do Noteu* fizeram para o Dia dos Namorados.
Foram lá e fizeram.

Você provavelmente já viu este vídeo.

Mais de 26 MILHÕES de pessoas já clicaram NESTE link. Existem vários outros com outros 10 milhões de views. Então este vídeo não é novidade pra ninguém. Acho que eu mesmo já postei no blog. Mas vale ver de novo. Ao menos eu vi e me emocionei mais uma vez. O valor do talento é foda. É raro e mexe com qualquer um. Recebi o link numa troca de emails ontem com Marcio Fritzen e por isso estou postando. Pra que não conhece: o Fritzen é redator da DM9, Young deste ano por SP -só 8 vagas-, ganhou dois Leões no ano passado e é uma das pessoas mais gente boas que a vida me apresentou. Um irmão de verdade. Pois ele vai escrever com exclusividade para o blog assim que voltar de Cannes contando tudo que viu por lá.

terça-feira, 10 de junho de 2008

QUEBRANDO O GELIX

Vocês já pararam pra pensar como a gente é treinado para ser neutro e indiferente?

Acho que a gente acaba levando o conselho "Não fale com estranhos" a sério demais. Ou pelo menos, longe demais. Quando a gente tem 20 anos (ou 30) já deu tempo pra entender quem são os estranhos inofensivos e os estranhos realmente estranhos.

Por que tem tanta gente que é tão articulada na hora de brigar no trânsito por causa de uma freada mais brusca, ou uma demora um pouquinho mais longa na hora de arrancar o carro na sinaleira, mas que não consegue manter uma conversa trivial, olhando nos olhos do interlocutor, nos 20 segundos que separam o percurso do elevador entre o térreo e o sétimo andar?

E na real, a gente passa por um monte de situações de convivência com estranhos ao longo do dia, todos os dias. No elevador, na fila do banco, na sala de espera do cabelereiro, no supermercado, na espera da esteira de bagagens do aeroporto, sentado no cinema, esperando o filme começar. Exemplo é o que não falta e vocês já entenderam o que eu quero dizer.

O que eu acho estranho mesmo é que a gente opta ficar meia-hora passando as páginas de uma Veja de dois anos atrás enquanto aguarda a chamada do dermatologista ao invés de puxar um assunto com a outra pessoa que está esperando. Será que a gente prefere isso? Ou só opta por isso?

Um tempo atrás, eu decidi testar minhas capacidades de relacionamento interpessoal. Foram 3 experiências bem pontuais, e quase científicas, no sentido em que eu estava realmente querendo testar o que aconteceria se eu fosse um pouco mais despachado. Juro que a partir dessas experiências, passei a mudar alguns comportamentos no dia-a-dia.

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NO AVIÃO

Estava indo para SP e peguei a poltrona do meio. Muito apertado. Sentei ao lado de duas mulheres. Elas não eram bonitas nem nada. Não era o meu foco. Mas decidi que até o final da viagem a gente ia ter quebrado o gelo.

Comecei pedindo papel e caneta (o que eu realmente precisava, para anotar algumas idéias). Uma me emprestou a caneta, a outra, o papel. O papel era um bloco desses de hotel. Pronto: perguntei se ela tinha ficado naquele hotel e a partir daí comecei a puxar o assunto, se estava voltando do feriadão, onde trabalhava, em que área, etc.

Depois, vi que a outra mulher estava lendo um dicionário de inglês. Aí, eu fique lendo descaradamente o dicionário com ela, sem fingir que não estava olhando. Quando ela deu aquela olhada pro lado, eu disse: "Desculpa atrapalhar a tua leitura. Tu está viajando para o exterior?".

Buena, fiquei sabendo da vida das duas pessoas. Uma ia pra San Diego e era dona de uma creche. Era pedagoga. A outra trabalhava na área contábil da Ambev e passava a semana toda em São José dos Campos e os finais de semana em POA. Fomos daqui a SP conversando um monte. E o legal é que a quebrada de gelo fez com que as duas mulheres começassem a conversar entre si e gerou um clima superdescontraído na nossa filinha ali.

E o melhor de tudo: eu consegui colocar os dois braços nos apoios (decansa-braços) sem nenhum constrangimento.


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NO SUPER

Eu estava passando na parte de limpeza e vi um casal às voltas com qual amaciante levar. Eles acabaram colocando dentro do carrinho um amaciante que eu já tinha comprado outra vez, mas que era uma porcaria, não rendia quase nada.

Eu poderia ter passado e não ter dito nada. Já tinha passado por diversas situações parecidas e nunca me meti. Cada um com seus problemas. E quase não disse nada mesmo. Mas de última hora, meio de impulso, me intrometi:

"Bá, olha só, desculpa me meter, mas eu ouvi vocês conversando. Esse amaciante blá blá blá. Indico esse aqui. Ele é mais caro, mas vai durar mais tempo e olha o cheiro (nesse momento, abri e botei no nariz da mulher)".

O casal ficou super surpreso. Mas de um jeito bom. E começou a conversar comigo e acabou realmente trocando o amaciante.

No final, eu estava procurando um caixa para entrar, estava com poucas compras. E o casal me chamou para entrar na frente deles (não furei, não tinha ninguém atrás deles).

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NA REUNIÃO DE CONDOMÍNIO

Ontem teve reunião de condomínio. E eu tava com uma larica imensa. Vasculhei em casa e encontrei um ovo de Páscoa guardado. Cheguei na reunião e disse "Trouxe um docinho pra gente."

O que posso dizer é que nunca houve uma reunião de condomínio tão simpática. Todo mundo ficou comentando a história do ovo o tempo todo. E vinham pegar e diziam "Boa idéia essa do chocolate".

Moral da história: a partir de agora, o condomínio vai comprar uns sucos e bolachinhas ou armelins, totosinhos e afins para deixar as reuniões menos enfadonhas.

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Os 3 casos acima são reais. Os 3 casos foram momentos onde eu decidi deliberadamente quebrar o gelo em situações sociais geralmente adversas ou neutras. Nos 3 casos, houve um benefício, uma recompensa prática - embora não fosse o objetivo - como reação à minha simpatia.

Podem dizer o que quiserem. Mas eu, hoje, tenho certeza que isso se trata do poder da comunicação. Acredito que estranhos são apenas desconhecidos. E que geralmente, as pessoas estão a fim de interação. Ser um pouco mais solto, mais pró-ativo, mais sociável, mesmo com pessoas que a gente ainda não conhece é uma experiência bem interessante. E nos faz destravar. Perder a vergonha.

Esse é o tipo de aprendizado que vai ser bem útil quando você for fazer uma entrevista de emprego, apresentar uma idéia para o diretor de criação, negociar um feriado com o chefe, conversar com o cliente.

Por isso, desafio que cada um de vocês faça a experiência na prática. E depois comente aqui, para dizer o que achou.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

REUNIÃO DE CONDOMÍNIO

Tenho uma daqui a pouco. Começa às 20:30.

E esse vai ser o tema do post que vou escrever de noite.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

É de sangrar a orelha




Quem entendeu, entendeu.

Emiliano, Marco e Petr Cech.

Eu adoro futebol.
Eu adoro apostar.

Bem, como vocês podem imaginar, eu adoro apostar em futebol.

Então, época de Copa do Mundo, ou de Champions League, ou de Copa América, eu sempre me meto num bolão. Tirando alguns tapetões e certos regulamentos esdrúxulos, costumo ir bem. Tenho certeza que já ganhei mais do que perdi nessas brincadeiras.

Aqui na agência, tá rolando o Bolão da Eurocopa. E pra não fazer feio, fui estudar. Comprei a Placar, visitei o Lance! e fui bater o ponto no Globoesporte.com, site que eu visito todos os dias.

Entre um link e outro, encontrei essa ação da Adidas.



Na hora, sei lá por que, pensei "isso é coisa do Emiliano e do Marco". Pensei até em mandar um email, mas desisti. Eu não tinha nenhum indício e poderia passar por babaca.

***

Às 9h, o primeiro email que eu vejo na minha caixa de entrada é justamente sobre isso.

"Querido Tiago,

Como tu estás?

Aqui vai mais um press release meu e do Marco. Quando puderes, faça-nos
o favor de abrir a Zero Hora no caderno de Esportes e dê uma olhada numa
notícia sobre a Eurocopa. Procure uma foto de uma estátua do Petr Cech
(o goleiro da República Tcheca) construída em cima de uma roda gigante
de 60 m no centro de Viena.

Então, meu amigo, essa coisa gigante é o que a gente faz aqui em
Berlin. É criação nossa. Inauguramos a peça ontem a noite e a imagem está
correndo o mundo. E se chegou até o rincão, quer dizer que foi longe :)

Um grande abraço."

Logo em seguida, um outro email, do Panichi.

"Na ZH de hoje, na página 68 de esportes, tem uma foto da roda gigante da ADIDAS que o Marco Loco e o Emiliano criaram lá pra Eurocopa. MUITO afudê.

Dica da Kika (a irmã do Marco)."

***

Tenho certeza que, assim como esses dois chegaram para mim, outros milhares de emails estão rodando o mundo, falando do assunto. O clássico caso de uma peça tão do caralho que se viraliza naturalmente.

É esse o tipo de coisa que dá orgulho de ver. Dá orgulho de saber que foram os nossos amigos que botaram na rua. Parabéns, Emiliano e Marco. Puta idéia e puta realização.

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E para quem lembra da minha aula de mídia exterior: o exemplo fala por si.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

A glamourização do atendimento.

Demorou um pouquinho mas saiu. E saiu Padrão Iogurte.
Aqui abaixo, você confere o primeiro post powered by o curso de Gestão de Contas da Perestroika. Agora, a discussão fica mais ampla. O sarrafo vai mais para cima, e o furo mais para baixo.

Acreditamos que o produto criativo de excelência e a reciclagem da atividade publicitária passam por uma rediscussão mais ampla, que englobe muitas outras áreas e atividades do mercado de propaganda e de comunicação. É esse o passo que estamos dando hoje.

A partir de agora, passamos a contar com a participação constante do grupo de Gestão de Contas em nosso blog. Leia, opine, discorde, comente. Queremos a sua participação constante também.

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“O atendimento é a ponte entre agência e cliente.”
(Resposta mais comum ao nosso questionamento sobre o papel do profissional para as aulas da Perestroika.)

Me preocupo quando percebo o quanto um dos mais antigos e importantes setores da agência tem hoje seu papel limitado ao de um ‘interlocutor’. Quando percebo que a maior expectativa em relação a sua contribuição está em não atrapalhar a comunicação entre duas pontas.

E o pior é que o receio tem origem e tem razão. Interpretações equivocadas sobre o pedido do cliente ainda são um dos maiores motivos de retrabalho. Problema que vem sendo resolvido ao se levar a criação nas reuniões de briefing. O que se tornou mais habitual do que permite a pauta dos criativos. E altamente prejudicial para as já pessimistas especulações sobre o futuro do atendimento.

Como chegamos a um esvaziamento tão grande do seu papel?
Teriam as agências substituído executivos renomados por gostosas acéfalas e esse movimento teria gerado o preconceito com o departamento?
Ou a descrença em relação à contribuição estratégica desse departamento teria afastado dali as formas pensantes de vida?

Sabemos que nenhuma das afirmativas é verdadeira. Esse departamento se torna mais estratégico do que nunca em um momento em que o cliente espera mais resultado e menos ‘festa criativa’. Porém essa miopia em relação ao seu papel mais ‘recreativo’ do que pensante está afastando muitos bons profissionais. Pessoas capazes de contribuir exatamente com o que o cliente mais espera das agências hoje: precisão estratégica nas ações de comunicação.

E o mais injusto é que nem a parte da recreação é verdadeira!
A maioria das almas mais criativas e inteligentes de atendimento morrem sufocados em pilhas de PITs e clipagens perfeitamente organizados e engavetados para nunca mais serem consultados.

Enquanto isso, a estratégia ‘Top of Mind = Top de Vendas’, ‘portanto invistam pesado em mídia e idéias muito ousadas criativamente’ cai por terra. E com isso a hegemonia de criativos em reuniões com clientes.

Com o já desbotado de tão citado ‘aumento da competitividade’ e conseqüente busca desenfreada por redução de custos nos clientes, surgiram as auditorias avaliando o retorno de todos seus investimentos, inclusive de comunicação. Surge então uma preocupação de “garantia de resultados” das campanhas que a criação não estava preparada para responder. Bom, então seria esse o momento de resgatar o papel estratégico do atendimento, certo?

Errado. Nunca se contratou tantos profissionais de planejamento como nesse momento! (O que é bastante pitoresco considerando que todas as agências sempre tiveram departamentos de planejamento by the way...)

E mais irônico ainda é saber que: um, uma quantidade incrível desses profissionais veio do atendimento; e dois, o planejamento foi criado para conectar cliente e, especialmente, criação com o consumidor. Planejadores deveriam, por origem, entender tudo de gente e de comportamento de consumo e não de business.

Mas, no fim do túnel sempre existe uma luz. A maioria das agências continua com muito mais profissionais de atendimento do que de planejamento. (Seria esse um sinal de sua relevância?) Além disso, planejadores continuam trabalhando com pesquisa e buscando insights dos consumidores para a criação. Ou seja, ocupados demais e, muitas vezes sem vontade ou formação para falar de negócios com os clientes.

Atendimentos: é agora ou nunca! Levantai-vos! Uni-vos! Parai de roubar a Caras da mídia nas 6as feiras e passai a roubar a Exame, a Gazeta e o Valor!

Tornai-vos relevantes no processo!

De nossa parte, apoiamos o movimento de ressignificação do departamento sugerindo uma mudança de nome. Gestão de Conta parece muito mais adequado a um profissional que deveria pautar seu dia garantindo a melhoria continua de resultados da conta. Atender as necessidades do cliente é o produto do trabalho de todos departamentos. Porém só um departamento pode enxergar e administrar todas as ações direcionando elas para a melhoria efetiva de performance do cliente.

Aliás, o planejamento pode e deve decifrar quais são as demandas do consumidor. Mas, somente o atendimento tem o convívio necessário com o universo do cliente para decupar quais são os resultados mais importantes de cada ação.

Além disso, acho que fica bem melhor na foto falar para os avós que a pessoa é Gestor de Conta do que Atendimento. Termina aquele problema chato pra caramba da família inteira achar que ela não deu certo e tá fazendo bico de garçom. Isso sim é importante para glamourizar o profissional.

É isso que a gente acredita na Perestroika. E é assim que pretendemos formar uma primeira geração de gestores de conta. Ou, se preferir, atendimentos Padrão Iogurte.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

A viagem.

Estive nos Estados Unidos por 4 dias nesta lua de mel. Estava totalmente desligado de tudo, nada interessado nas vitrines, nas tendências e na propaganda. Mas o assunto nos jornais e revistas giravam em torno do filme Sex And The City. Até quem não queria parcebia.

Estava em NY durante a filmagem e fiz essas fotos.




Mas a questão que se discutia, além do filme em si, era o fato da grande estréia não ter sido na cidade-chave da série e sim em Londres. Confesso que também achei bem estranho. O vínculo de SATC com Nova York é total. E dentro daquela história que sempre falamos de encontrar uma verdade, nada mais verdadeiro do que fazer a premiere do filme lá. Até porque NY não é uma cidadezinha qualquer. Comportaria e daria todo prestígio necessário para o sucesso do filme.

Mas também não tô nem aí. Tava com a cabeça feita. Viajar é preciso e descansar ainda mais. Então meu foco mesmo era minha mulher e este paraíso abaixo. E tem gente que ainda acha que o trabalho dignifica o homem. É a praia que faz isso.




St. Barth é uma ilha francesa no Caribe. Se fala francês, a moeda é o Euro e não tem NADA A VER com América Latina e o Hugo Chavez. 8.000 pessoas vivem nesta ilha, que tem 9 km de ponta a ponta, como se estivessem na Europa. Restaurantes bárbaros, grandes grifes francesas, como Louis Vuitton e Dior, calor o ano inteiro, criminalidade zero, probreza zero. Vida mansa mesmo. Uma ótima dica pra quem tem cidadania européia e quer passar um tempo curtindo a vida. Sempre há vagas de trabalho em torno do turismo. É só chegar. Não é uma boa idéia?

terça-feira, 3 de junho de 2008

PHOTOSHOP PADRÃO PERESTROIKA

Estão abertas as inscrições para a Turma II de Photoshop da Perestroika.

Alguns podem pensar que é loucura nossa lançar um curso de Photoshop num mercado onde existem tantos concorrentes. Mas não é.

E não é porque, diferente da maioria, o curso de Photoshop da Perestroika não será ministrado por um técnico. Mas sim, por um diretor de arte do mercado.

Essa segunda turma ficará sob a tutela do Rafael Mello, diretor de Arte da DCS. Ele é formado pela UFSM com passagem também pela Escola de Criação ESPM. Já está na agência há 2 anos e meio trabalhando com grandes clientes como Tramontina, Claro, Olympikus, Banrisul, Vonpar entre outros. O acabamento do cara é realmente espetacular.

Como você já deve ter se dado conta, essa decisão faz toda diferença na hora do aprendizado. Um diretor de arte pode conhecer as ferramentas do programa tão bem quanto um técnico. Mas o seu olho publicitário consegue saber como cada ferramenta melhor se aplica no dia-a-dia.

Informações:

Carga horária: total de 12 horas/aula.
Início: 19 de junho.
Horário: Quinta, das 20h às 23h.
Encontros: total de 4 encontros
Valor: Matrícula de R$ 200 + 3x R$ 263.
Vagas: 8.

Quem tiver interesse ou dúvidas, enviar e-mail para PHOTOSHOP@CURSOPERESTROIKA.COM.BR
E é melhor ser rápido. As vagas da primeira turma acabaram em 2 dias.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Eu sou gremista. Olympikus é Flamengo.

Foi anunciando no último sábado o maior contrato da história do esporte brasileiro. A Olympikus agora está no futebol. É a nova marca esportiva do Flamengo.

Quem já viu o case lembra que do que eu dizia? De que se não fosse pra entrar por cima, era melhor não estar no futebol. Pois agora sim.

Tive a oportunidade de acompanhar e participar de perto da negociação. Imaginem os ingredientes: Futebol + Brasil + Maior torcida DO MUNDO + Contrato com a Nike + Outras GRANDES marcas, inclusive uma alemã, na disputa.

A galera do módulo 2 tem uma aula que se chama Marketing Esportivo. Tem assunto quentinho saindo do forno.