Blog da Perestroika

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Piada de português

Lisboa é fantástica e reveladora para nós, que fomos colonizados pelos portugueses e falamos a língua deste país. Viajar e conhecer Portugal, ou no mínimo essa cidade, deveria estar no currículo das aulas de português e história das escolas particulares (que cobram uma fortuna!).

Sem sacanagem: dois dias aqui e você está apaixonado pela cidade (uma Porto Alegre que deu certo), cultura e idioma. Com cinco dias, então, dá vontade de não voltar mesmo. Fiquei encantado.

Como ainda estou de férias, e vejo pelo número de acessos ao blog que a maioria deve estar fora do ar também, vou postar o conteúdo realmente relevante na volta, quando todos já estiverem com as turbinas ligadas. Por enquanto, apenas as piadas, e aqui vai uma delas:

O elevador do hotel que eu fiquei era assim.



Quem explica?

15 comentários:

gabe disse...

Não é photoshop, heein?

Mas bah. Isso me lembrou "Quero Ser John Malkovich". O quinto andar deve ser meio.

Dá pra iventar muita teoria. Aliás, proponho aos perestroikianos que apresentem as suas teorias. ;)

Marcelo Jung disse...

Bah!
E o nome do ascensorista?
Era Manoel?

g!panichi disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
g!panichi disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
g!panichi disse...

O terceiro andar foi proibido em Portugal lá pelo ano de 1585 devido a um acidente acontecido com o próprio Rei Filipe I, conhecido como O Prudente.

Ele, notório por seu medo de altura, caiu certa vez de uma árvore extremamente alta quando ainda criança. Ficou de cama por muito tempo, assombrado com o medo de nova queda. A altura de sua queda havia sido exatamente a de 3 andares.

Ao tornar-se rei e demandar a construção de seu castelo, ordenou sem titubear que os construtores evitassem ao máximo construirem um andar de número três, e que pulassem direto para o quarto andar!


No final, todos entenderam que deveriam pular DO quarto andar, e foi o maior suicidio em massa já registrado em Portugal. E o castelo nunca foi terminado.

g!panichi disse...

Ou não.

M. Morem disse...

Isso que eu vou falar não é balela, é verídico.

Eu como Bisneto de português legítimo, sempre ouvi meu Bisavô contar uma história de 1953, ou seja, 53, ano trágico para os Portugueses, pois foi nesse ano que houve uma contaminação por veneno em toda a rede de abastecimento da cidade de Lisboa e como a comunicação naquela época não era tão eficiente como hoje, os subúrbios nem tomaram conhecimento desse fato, o que ocasionou na morte de 53 pessoas - olha o número aí de novo - que passaram 2 meses internadas nos hospitais da cidade - naquela época só tinham 2 grandes na capital, o São alguma coisa e o Beneficência Portuguesa -, exatamente entre o começo de março e meados de maio, ou seja, surpreendentemente mais uma vez os números aparecem, março que é mês 3 e maio que é mês 5.

Então os portugueses ficaram muito abalados com esse trágico acidente que até hoje poucos sabem o foco da contaminação, há boatos que foi alguma fábrica na margem do rio Tejo, rio que abastece grande parte da cidade.

Os mais supersticiosos começaram a abolir o uso destes números, meu Bisavô por exemplo, sempre preferia pagar uns Cruzados a mais quando a conta fechava nesse número, e também dava um desconto para os fregueses do seu açougue quando o mesmo acontecia. Ele era supersticioso mesmo, até raspou o número 53 da balança do açougue e ao alcançar essa idade também não fez festa, ficou trancado no quarto o dia inteiro. Quando algo dava errado pra ele, logo resmungava: “- Malllldito Cinco Treix”

Só repetindo, não é uma historinha pra sugestão da Gabe, é real mesmo.

g!panichi disse...

A história do 5 eu conto depois.

Guile Grossi disse...

culpa do estagiário.

M. Morem disse...

http://pt.wikipedia.org/wiki/1953

vcs podem ver alí o que eu falei, não fala sobre a parte supersticiosa, mas fala do acontecido.

:)

mcallage disse...

Putz, pior que fui procurar, Michel!

Rech disse...

Eu procurei ainda ontem.
Maldito.

Pelo menos agora eu sei o que é um sherpa.
E que eu nasci no mesmo dia que a Zezé Polessa.

Ana disse...

no prédio da praia da minha amiga, os números do elevador não dão no andar correspondente. A porta do elevador é sempre entre dois andares. Ou seja, se tu é do 3º andar, ou tu aperta no n°3 e para acima do 3º andar e desce uma escada...ou tu aperta do 2° e sobe um escada. Alguma teoria p/ isso?? (sem contar q não pode ter morador deficiente físico né!!)

mcallage disse...

Claro, Ana.
Um arquiteto português.
:)

M. Morem disse...

ahuahauhauahuahauha